Numa altura em que o Hospital Termal anda novamente na ordem do dia (nunca deveria deixar de estar), aqui fica um esboço simplista de organização do meu pensamento face a este tema. Para que não existam dúvidas naquilo que defendo e reforço, é a minha posição pessoal, embora possa ser e felizmente é, consensual com a de muitos cidadãos!
quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Porque quando é lindo, gosta-se!
Depois de ter dito que esta passadeira recentemente pintada, provisoriamente pelas obras em curso, junto à Câmara Municipal era uma "coisa" linda pelo seu planeamento, localização, ou melhor e mais fácil solução, a retirada do contentor do lixo dali e limpeza da lama que se acumulava no fim/início da passadeira, eis que ontem, muito agradavelmente observei que o contentor do lixo foi dar uma curva e para além da limpeza da lama, foi colocada uma calçada para elevar suavemente o passeio, quebrando o desnível. Muito bem, bom trabalho!
Mas se tudo isto é lindo, também é verdade que junto à Rainha, perto da entrada da Santa Casa da Misericórdia, a passadeira permite que os peões depositem o lixo em segurança nos contentores. Nada como uma Câmara Municipal preocupada com a segurança dos peões...
MENTIRA!!! Se fosse preocupada não tinha deixado chegar as passadeiras ao ponto que chegou. A maioria estão completamente apagadas nalgumas zonas, mas o São Pedro não tem deixado e com chuva, pintar passadeiras NUNCA!
domingo, 9 de março de 2014
Dignificar a Assembleia Municipal!
Acerca do artigo de opinião da cidadã Margarida Mauperrin sobre a falta de respeito na Assembleia Municipal, publicado na Gazeta das Caldas de 07/03, curiosamente, já em Novembro de 2013, eu tinha criticado o funcionamento da Assembleia Municipal e que se pode ler no post Primeira Assembleia, "Velha Dinâmica" onde muitas das reflexões que fiz, vão de encontro ao que este artigo de opinião da cidadã afirma!
A Assembleia inicia à hora prevista? Nunca! Marcada para as 21 horas, nunca existem membros da assembleia suficientes para começarem os trabalhos antes das 21:30! Neste ponto saliento a pontualidade do Sr. Presidente da Assembleia, que ainda assim, nesta legislatura, deixou de ser o primeiro a chegar!
Os trabalhos decorrem de forma ordeira, com respeito e atenção? Nunca! Há sempre membros da assembleia a entrar e sair da sala, conversas de fundo, barulho junto à porta de entrada que na última assembleia até foi fechada por um cidadão por não se conseguir ouvir quem estava a intervir, tal não era o barulho!
O regimento da assembleia é respeitado? Por vezes não se faz o que está no regimento, mas aquilo que é hábito fazer, em nome dos costumes! Confuso? Não, basta assistir umas vezes e o hábito domina!
A lei refere efectivamente que o público presente não pode intervir, a não ser no tempo destinado para o efeito, 30 minutos no período antes da ordem do dia, sob inscrição na mesa, antes do início dos trabalhos. E o público geralmente respeita e permanece em silêncio, contudo em momentos mais "emocionantes", o entusiasmo humano pode elevar-se e alguém emitir, umas palavras, que no caso do relatado no artigo, foram duas, foram "Muito Bem". Também é certo que o Sr. Presidente Luis Ribeiro advertiu a cidadã e outros cidadãos que o fizeram e também é certo que a cidadã e os cidadãos presentes acataram a "repreensão", por consciencializarem-se que estavam a "prevaricar". Saliento que o "mau comportamento" dos membros da assembleia é muito mais evidente e prejudica o normal decorrer da sessão, levando algumas vezes o Dr. Luis Ribeiro a chamar à atenção dos mesmos. No "Muito Bem" emitido pela cidadã e por outros cidadãos, o efeito nefasto para o decorrer da assembleia é praticamente nulo, considerando eu, uma atuação com excesso de zelo por parte do Dr. Luis Ribeiro quando comparada com outros comportamentos por parte dos membros da assembleia!
O Dr. Luis Ribeiro afirma na sua resposta ao artigo, que a cidadã veio "usar o insulto soez e pessoal como arma de combate político", quando a cidadã apenas critica o papel do Dr. Luis Ribeiro enquanto Presidente da Assembleia Municipal, cargo público que ocupa. Considero eu por isso que não tem nada de pessoal, porque não o critica enquanto pessoa, mas sim enquanto detentor do papel de Presidente da Assembleia Municipal e isso a cidadã e qualquer cidadão tem o direito/dever de o fazer senão concordar com o método ou a forma de desempenhar esse papel.
Esse papel é público, logo é um papel desempenhado para todos nós, tal como o próprio Dr. Luis Ribeiro refere ao afirmar que quer "continuar a batalhar pelos interesses dos caldenses, pelo resolução dos seus problemas e preocupações, pela dignificação da Assembleia Municipal e participação democrática de todos na vida politica caldense". Então é melhor mesmo continuar a batalhar pela dignificação da Assembleia Municipal e pela participação democrática de TODOS na vida política caldense, porque há muito para fazer e quando uma cidadã faz uma critica ao funcionamento da Assembleia Municipal e ao papel desempenhado pelo seu Presidente e esta critica, em vez de contribuir para refletir realmente no que se passa e poder melhorar se assim o entender, é vista como um ataque pessoal, a parte do "participação democrática de todos na vida politica caldense" deixa muito a desejar!
Esse papel é público, logo é um papel desempenhado para todos nós, tal como o próprio Dr. Luis Ribeiro refere ao afirmar que quer "continuar a batalhar pelos interesses dos caldenses, pelo resolução dos seus problemas e preocupações, pela dignificação da Assembleia Municipal e participação democrática de todos na vida politica caldense". Então é melhor mesmo continuar a batalhar pela dignificação da Assembleia Municipal e pela participação democrática de TODOS na vida política caldense, porque há muito para fazer e quando uma cidadã faz uma critica ao funcionamento da Assembleia Municipal e ao papel desempenhado pelo seu Presidente e esta critica, em vez de contribuir para refletir realmente no que se passa e poder melhorar se assim o entender, é vista como um ataque pessoal, a parte do "participação democrática de todos na vida politica caldense" deixa muito a desejar!
Já várias vezes o disse que saber "crescer" com a critica, revela humildade e reconhecimento que podemos ser e fazer mais e melhor. Vamos então dignificar a Assembleia Municipal com a participação de todos, pode ser?
sábado, 8 de março de 2014
O dia da Mulher...
Sempre fui contra os dias temáticos, não pelo que simbolizam, mas porque tendemos a concentrar tudo aquilo que devíamos relembrar todos os dias do ano, num único dia, com toda a carga comercial associada, transformando-se não num dia com o seu real sentido, mas num dia distorcido da realidade.
O dia da Mulher não é excepção. Porque razão têm que as mulheres ter um dia no ano? Será que a sua importância não vale 365 dias do ano? Será que a maioria de nós sabemos que o dia 8 de Março, remonta a 1857 quando as operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve? Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Só em 1910, na Dinamarca, numa conferência ficou decidido que o dia 8 de Março seria o "Dia Internacional da Mulher, em homenagem à centena de mulheres que morreu na fábrica em 1857, mas só em 1975, por decreto da ONU, a data foi oficializada...
Quantos de nós sabemos a que se deve este dia? Enfim, mas se em 1857, aquelas mulheres ousaram reivindicar mais direitos, ainda hoje, alguns direitos fundamentais são negligenciados perante as mulheres, embora hoje, nada se compare ao século passado no nosso país.
Mas a meu ver, a existência de um dia da Mulher, no calendário, apenas inferioriza mais a Mulher. O respeito, a dignidade, os direitos são ao longo de 365 dias do ano. Ainda hoje, na nossa sociedade actual, a subserviência perante o homem é uma realidade, mais frequente no interior do país. Embora a emancipação feminina tenha travado lutas, ainda existe a necessidade de mostrar que as mulheres não são seres menores ou inferiores perante os homens, mas sim iguais em direitos, deveres.
Quem me conhece sabe perfeitamente o valor que dou a uma mulher! Sempre acreditei e defendi as mulheres! Para governar, para orientar, para gerir, para cuidar ninguém faz como elas. Assertivas, ponderadas, são o equilíbrio que precisamos. Pena que ainda hoje, na nossa política, as mulheres ainda sejam vistas como incapazes, num mundo potencialmente masculino.
Muito ainda há para fazer! Nalgumas zonas do globo as mulheres são escravas de si mesmas, cobertas da cabeça aos pés, noutras zonas, são mortas à nascença, preferindo-se os homens. Portugal felizmente tem sabido dar a volta e se no século passado, as mulheres nem sequer podiam votar, hoje podem ocupar cargos de destaque e isso agrada-me muito. Mas apesar de pensarmos que tudo está bem, ainda há muito por fazer no nosso país. Violência doméstica, mortes são casos habituais na nossa Imprensa!
Por isso como disse, e não concordando com este dia, por considerar que tal como o Natal são 365 dias (e não quando um homem quer), haja respeito pelas mulheres, tal como pelos homens, porque ambos são detentores de direitos, deveres e oportunidades. E por muito que se diga que há diferenças entre um homem e uma mulher, excluindo a nível morfológico, não considero nada mais, porque quando começamos a enumerar diferenças, jamais praticaremos a igualdade!
Viva a Humanidade!
sexta-feira, 7 de março de 2014
O "falar mal" dos cidadãos
Defendo uma sociedade construída com base na cidadania participativa,
onde os cidadãos têm um papel preponderante no desenvolvimento das suas terras
dos seus lugares. Só com a intervenção dos cidadãos, acredito numa sociedade mais
justa e participativa, mais adequada e forte. Por acreditar e defender este
“poder cidadão”, tenho trabalhado nesse sentido, mantendo um papel activo e
interventivo nas Caldas da Rainha, em prol de um concelho mais e melhor, onde a
qualidade de vida seja um dado adquirido e onde os cidadãos possam participar
nas decisões políticas locais. Graças a este papel de cidadão vou intervindo no
âmbito da promoção da saúde, área e premissa a quem devo muito ou não fosse a
minha profissão uma das que mais responsabilidade tem nesta área. Mas não posso
ficar indiferente ao que se passa no concelho, o que implica assinalar o que
considero mal, o que pode ser melhorado. Para muitos não passa de falar mal, de
maldizer, principalmente para os culpados dos problemas que vão surgindo, porém
considero um conceito relativo, este do maldizer, uma vez que é sempre ambíguo.
Contudo, para mim, sinalizar os problemas do concelho é desempenhar o meu papel
de cidadão. Quem se compadece e pactua com os erros sucessivos ou com uma má
gestão, não é decerto um cidadão, será quanto muito um provedor do seu umbigo e
dos seus interesses. Um cidadão tem responsabilidades muito para além da sua
existência. Por isso orgulho-me na postura que mantenho perante os problemas,
sabendo que esta postura pode melhor a qualidade de vida dos caldenses.
Exemplo disto tudo foi a minha última intervenção na Assembleia
Municipal de 11/02 onde alertei os membros da assembleia e o Sr. Presidente
Tinta Ferreira para o estado em que estavam as ruas da cidade, todas
degradadas, cheias de buracos, com as passadeiras apagadas e pouco visíveis e
faltando nalgumas artérias da cidade, os espelhos, responsáveis pela
visibilidade dos condutores. Tal intervenção foi comentada por parte do Sr.
Presidente com argumentos bacocos tais como as empresas de construção têm tido
dificuldades, as obras de regeneração estão em curso, os serviços
municipalizados andam ocupados noutras zonas do concelho e a cereja no topo do
bolo: tem chovido e com chuva não se podem tapar buracos nem pintar
passadeiras. Argumentos à parte, eu não fui pedir para asfaltar todas as ruas
da cidade, mas simplesmente tapar os buracos, remediando os problemas para
minimizar possíveis danos que podem ocorrer nas viaturas ou até o aumento da
sinistralidade. Certo é que depois dos argumentos a justificar a falta de
dinâmica, dois dias depois começaram a ser tapados os buracos nas ruas (apesar
de continuar a chover) e colocados espelhos que estavam danificados. A
humildade fica sempre bem e assumir que realmente existia essa necessidade de
manutenção das vias não fazia mal a ninguém, ao invés de se arranjar argumentos
sem nexo para desculpar o que não é desculpável. Não me esqueço que falta
pintar as passadeiras…
Qual a conclusão a que chegamos? Que os cidadãos têm um papel activo
no futuro do concelho e é da sua intervenção que surgem melhorias
significativas na qualidade de vida de todos os caldenses. Porque não basta
estar sentado no café a “gerir” as decisões políticas, basta sim intervir nos
locais correctos para termos respostas concretas. Se para alguns só sei falar
mal, para mim apenas estou a fazer o meu papel, o papel de cidadão!
In Jornal das Caldas 05/03/2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Que lindo!
Acho fantástico este planeamento, esta maneira de fazer as coisas e principalmente os resultados finais! Junto à Câmara Municipal, quem quiser utilizar esta passadeira (provisória) recentemente pintada, tem de se desviar do contentor do lixo e ainda por cima pôr o pé na lama! Que bons exemplos iguais a tantos outros... Quem pintou esta passadeira não tem olhos na cara? Quem a projectou tirou o curso por correspondência? Porque não desviar o balde do lixo para o outro lado? Limpar a lama? Mais uma vez afirmo: não gosto da forma como o concelho está a ser gerido!
quarta-feira, 5 de março de 2014
Deficiência? Só em quem a vê!
In Correio da Manhã 05/03/2014
Mais um exemplo, uma prova provada que a deficiência só existe em quem a quer ver! Um cidadão com deficiência é um cidadão como qualquer outro, sem ter que ser discriminado por isso. E é com exemplos como o do João Matias que podemos mudar o paradigma. Tal como o João existem na nossa sociedade cidadãos que não baixam os braços e lutam diariamente num esforço acrescido para demonstrarem que são pessoas tão capazes e adaptadas como qualquer cidadão e como qualquer cidadão tem o direito de ter os mesmos direitos que qualquer outro cidadão. Confuso? Pelo contrário, simples se quisermos! Pena que as portas abram-se em Nova York e em Portugal fiquem fechadas, num mundo onde o corpo é levado a extremos. Numa luta diária pelo paradigma da inclusão para todos, nunca me cansarei de demonstrar que é possível e o exemplo do João é um exemplo de luta diária!
terça-feira, 4 de março de 2014
PARQ'ATIVO - Ative esta ideia!
Foram publicados ontem os resultados da avaliação da Câmara Municipal, ao enquadramento das propostas apresentadas no âmbito do Orçamento Participativo 2014. Fico satisfeito por a proposta que apresentei, figurar nas elegíveis para votação durante o próximo mês. A votação pode ser feita online nas Propostas "elegíveis" (12 no total). Tem de fazer o registo em http://www.cm-caldas-rainha.pt/portal/page/portal/OP/Participe e depois de se registar fica automaticamente com o direito a 3 votos para votar em 3 propostas. O voto de todos é importante pois vai eleger um conjunto de propostas que vão avançar para a concretização.
A proposta não é inovadora no nosso país e muitas Câmaras Municipais têm investido neste tipo de equipamentos para promover a saúde e a actividade física entre a população. Caldas da Rainha apresenta uma lacuna ao ainda não ter apostado numa estrutura deste tipo.
O nome Parq’Ativo surge pelo facto de ser um local onde se
promove a actividade e o exercício físico e onde todos os cidadãos podem
manter-se ativos. Pretende ser um parque onde se promove a actividade física. Este
parque é constituído por equipamentos construídos para a realização de
exercícios físicos por parte da população adulta de forma simples e sem
esforço, de fácil acesso e ao ar livre. Para além da sua fácil utilização,
estes equipamentos, em conjunto, permitem trabalhar vários grupos musculares,
proporcionando um esforço físico com um rendimento adequado às suas
necessidades, contribuindo para a sua saúde e para o bem-estar dos caldenses.
Objetivos do Parque
·
Promover
a prática de exercício físico;
·
Contribuir
para o aumento da qualidade de vida dos cidadãos;
·
Promover
momentos de lazer;
·
Tornar
Caldas da Rainha uma cidade mais saudável.
Estruturas do Parque:
·
Equipamentos
para o exercício físico, nunca inferior a 10 equipamentos, tendo em conta a
população da cidade;
·
Os
equipamentos, todos diferentes entre si para permitir trabalhar as diferentes
partes do corpo;
·
Placas
identificativas do equipamento, bem como as instruções de uso de cada
equipamento, com uma grafia facilmente legível e compreensível;
·
Bancos
que permitam uma pausa ou descanso entre as actividades;
·
Bebedouro
que permita a hidratação no local;
·
Vegetação,
incluindo árvores de folha caduca que permitem a exposição solar no inverno e a
sombra durante o verão;
·
Piso
adequado que minimize os acidentes durante a utilização dos equipamentos.
Alguns exemplos de equipamentos a implementar no Parq'ativo
Considero ser uma
proposta interessante para as Caldas da Rainha, sendo uma actual lacuna a
inexistência de um espaço acessível a todos para a prática de exercício físico
com acesso a equipamentos que permitem trabalhar diferentes partes do corpo, ao
ar livre. Se queremos a população caldense mais ativa e saudável, com qualidade
de vida, esta será uma proposta que sem dúvida vai contribuir para esse paradigma. Se concorda comigo, conto com o seu voto, todos nós ficaremos a ganhar!
segunda-feira, 3 de março de 2014
Rangel, o sem direitos!
Este senhor Rangel, candidato pelo PSD às europeias, é uma vergonha como ser humano, no mínimo. Afirmações como as que fez nesta entrevista, das quais saliento:
- Quem abandona um cão não deve ser punido criminalmente
- Só as pessoas devem ser titulares de direitos
- Os animais sofrem, mas não sofrem como nós
- Matar animais pode ser um desporto
- Não acha mal que se usem peles de animais como vestuário (desde que não estejam em extinção)...
Revelam em como algumas pessoas não são pessoas e muito menos merecedoras de respeito! Será esta forma de pensar aquela que queremos? Será este um candidato digno de merecer os votos dos portugueses? O meu JAMAIS... É caso para dizer, à luz da sua entrevista, Paulo Rangel, um homem sem direitos, o Monty sim!
domingo, 2 de março de 2014
Carnaval, mas pouco!
Odeio o Carnaval! Já o disse inúmeras vezes e curiosamente a maioria das pessoas com quem falo também me referem o mesmo! Não suporto uma altura do ano onde as pessoas se transformam em sei lá o quê ou algumas quiçá, transformam-se naquilo que gostariam de ser nos restantes dias do ano.
Mas este sentimento face ao Carnaval já vem muito de trás e até mesmo quando era criança, não percebia bem o que era isto do Carnaval e assustava-me!
Respeito quem gosta, respeito quem se diverte nesta época, porque afinal, gostos não se discutem, não me perguntem é no que me vou mascarar, porque máscaras não uso! Sou aquilo que sou e como sou onde tem de ser! E isto leva-me a refletir e a pensar naqueles que se mascaram o ano todo, ocultos em disfarces criados para satisfazer e conquistar desejos e ambições! Mas se o Carnaval são 2 dias, deixai-os divertir e aproveitar que os outros restantes dias do ano dá mais trabalho em manter a máscara!
Também confesso que não percebo os orçamentos dos Carnavais ao longo do país, onde muitos deles não trazem valor acrescentado, para além da diversão de alguns! Por exemplo, aqui nas Caldas da Rainha, que valor acrescentado traz para a cidade e concelho? Ao longo dos anos descredibilizado sem nada de novo, foi perdendo emoção e hoje só diverte os próprios caldenses e pouco mais. Não traz à cidade turistas para ver o Carnaval, turistas que até almocem por cá e usufruam do comércio, que gastem o seu dinheiro por cá! Este ano apostou-se num reavivar daquilo que foi um Carnaval forte e concorrente ao de Torres Vedras. Zé Povinho e Maria Paciência renascem das cinzas, mas nem a presença na televisão contribuem para ganhos do Carnaval caldense. Carnaval que este ano desfila no meio de uma cidade destroçada e em obras de regeneração... Oxalá o Carnaval caldense também se regenere e que o orçamento apresentado valha a pena na criação de mais valias, ao invés de servir para desfilar carros pobres e pouco criativos e mais do mesmo com os mesmos de sempre a fazer o mesmo de sempre, sempre! E não digo isto porque simplesmente não gosto do Carnaval! Digo isto porque gostava de um dia dizer que o Carnaval caldense fizesse parte dos roteiros nacionais, diferentes dos outros todos, e que fosse motivo de orgulho. Temos criativos, temos ESAD, temos capital humano, falta fazer a aposta certa! Foram gastos 85000 euros? Aguardemos o descritivo das despesas...
Boas carnavalices e que passe depressa!
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